Acho que Sophia ao ver que o mundo tinha tantos elementos negativos, com tantas coisas más, olhava para o mar e via uma serenidade ao ponto de afirmar que a sua casa é o caminho do mar, um caminho calmo, sereno, sem fim. ( autor a identificar)
Espaço de partilha e divulgação das atividades da Biblioteca Escolar da Escola Secundária Rainha Dona Amélia
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
O mar de Sophia - (10º E - Ilustração) - Profª Teresa Santos
Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Ilustração de um poema de Sophia (Filipa Almeida - Inês Saraiva) - 10º E
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Leituras ... A Estrela
"Um dia à meia-noite, ele viu-a. Era a estrela mais gira do céu, muito viva, e a essa hora passava mesmo por cima da torre. Como é que não a tinham roubado? Ele próprio, Pedro, que era miúdo, se a quisesse empalmar, era só deitar-lhe a mão. Na realidade, não sabia bem para quê. Era bonita, no céu preto, gostava de a ter. Talvez a pusesse no quarto, talvez a trouxesse ao peito. E daí, se calhar, talvez a viesse a dar à mãe para enfeitar o cabelo. Devia ficar-lhe bem, no cabelo.
De modo que, nessa noite, não aguentou. Meteu-se na cama como todos os dias, a mãe levou a luz, mas ele não dormiu. Foi difícil, porque o sono tinha muita força. Teve mesmo de se sentar na cama, sacudir a cabeça muitas vezes a dizer-lhe que não. E quando calculou que o pai e a mãe já dormiam, abriu a janela devagar e saltou para a rua. A janela era baixa. Mas mesmo que não fosse. Com sete anos, ele estava treinado a subir às oliveiras quando era o tempo dos ninhos, para ver os ovos ou aqueles bichos pelados, bem feios, com o bico enorme, muito aberto. (...)
Assim que se viu na rua, desatou a correr pela aldeia fora até à torre, porque o medo vinha a correr também atrás dele. Mas como ia descalço, ele corria mais. A igreja ficava no cimo da aldeia e a aldeia ficava no cimo de um monte. De modo que era tudo a subir. Mas conseguiu - e agora estava ali. Olhou a estrela para ganhar coragem, ela brilhava, muito quieta, como se estivesse à sua espera. E de repente lembrou-se: e se a porta estivesse fechada?"
Vergílio Ferreira, A Estrela, Quetzal
(a pensar na noite em que especialmente procuramos a estrela, capaz de nos iluminar)
Um presente de Natal ou só uma mensagem
Jesus, presente no nosso Natal
«À nossa volta, desde há muito tempo, somos inundados por inúmeras solicitações para comprarmos presentes. Os melhores. Os mais caros. Os mais...
Como se o Natal se reduzisse aos presentes. Presentes caros num País onde a erradicação da pobreza nos havia de mobilizar. Presentes objectivamente inúteis.
De uma inutilidade gritante. Presentes desnecessários. Presentes falsamente tradicionais.
Feitos em série. E vindos de países em que a mão-de-obra barata os aproxima de produtos obtidos em regime de escravatura.
Ontem «não havia lugar para eles na hospedaria» (Lucas 2:7). Hoje, num Natal assim, parece que continua a não haver lugar para Ele. E, afinal, o verdadeiro Natal é o de Jesus. Mais. Ele é o verdadeiro presente do nosso Natal.
E, com Jesus presente na nossa vida, podemos viver a nossa vida como presente. na relação com os outros.
Boas festas de Natal! Com Jesus Presente!»
Como se o Natal se reduzisse aos presentes. Presentes caros num País onde a erradicação da pobreza nos havia de mobilizar. Presentes objectivamente inúteis.
De uma inutilidade gritante. Presentes desnecessários. Presentes falsamente tradicionais.
Feitos em série. E vindos de países em que a mão-de-obra barata os aproxima de produtos obtidos em regime de escravatura.
Ontem «não havia lugar para eles na hospedaria» (Lucas 2:7). Hoje, num Natal assim, parece que continua a não haver lugar para Ele. E, afinal, o verdadeiro Natal é o de Jesus. Mais. Ele é o verdadeiro presente do nosso Natal.
E, com Jesus presente na nossa vida, podemos viver a nossa vida como presente. na relação com os outros.
Boas festas de Natal! Com Jesus Presente!»
Padre José Manuel, (Texto retirado do editorial da Revista Lux, 2008)
(1) Imagem, a Natividade, quadro de Josefa de Óbidos
Pensar os direitos humanos - 10º G - Profª Isabel Sousa
A Educação deve promover a paz
e deve ser promovida a todas as pessoas
Com a conjugação dos pontos 1 e 2, do primeiro artigo dos Direitos
do Homem, Malala refere que todas as pessoas têm o direito à educação. Com ela
o horizonte, as ambições das pessoas podem ser elevadas a patamares mais altos,
aspirarem a ter empregos bem remunerados, por exemplo, algo que sem a mesma,
não aconteceria. A educação, quando conseguida a nível mundial, tornar-se-ia
algo muito poderoso e que poderá levar a um maior e melhor entendimento entre
os povos, por outras palavras, poderá promover a Paz Mundial.
Trabalho realizado por:
Duarte Conchinhas, Madalena Aires, Natália Oliveira e
Renata Dias
10ºG
Pensar os direitos humanos - 10ºG - Profª Isabel Sousa -
Toda a pessoa tem direito ao
repouso e ao lazer e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do
trabalho e a férias periódicas pagas.
ARTIGO 19º
FRANCISCA SIMAS
MARGARIDA FRANQUEIRA
DIAS
MARIANA PEREIRA –
10ºG
(Produto de informação realizado no decurso de uma sessão de trabalho para lembrar a importância dos direitos humanos.)
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Pelos direitos humanos
Com o patrocínio da Comercial e da Amnistia Internacional, uma sessão para evocar os direitos humanos perdidos em tantas geografias e em tantos interiores esquecidos dos valores essenciais da Humanidade.
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