Mostrar mensagens com a etiqueta Dia nacional da cultura científica (16). Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dia nacional da cultura científica (16). Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Rómulo de Carvalho e António Gedeão - A ciência e a poesia

No dia nacional da cultura científica algumas turmas e um conjunto de professores celebraram na Biblioteca a memória de Rómulo de Carvalho, o seu valor cívico e o seu contributo para a construção de uma cultura científica.

Foi feita uma apresentação genérica sobre a vida de Rómulo de Carvalho e apresentada as suas vertentes de professor, divulgador científico e poeta. Foi escutado "Poema a Galileo" e lido um poema onde se exploraram as temáticas do Homem e da Natureza na sua poesia.
Os alunos do 12º C2 partilharam um conjunto de experiências com os seus colegas mais jovens, os alunos do 7º 2 e 7º3ª sobre algumas das ideias desenvolvidas por Rómulo de Carvalho como divulgador de Ciência. Foram feitas pequenas apresentações, com base no livro Física para o Povo sob a supervisão da professora Leonor. Foram escolhidas as seguintes experiências:
  1. Centro de massa;
  2. Periscópio;
  3. Ímanes;
  4. Ilusões óticas;
  5. Figuras de cinema;
A sessão foi muito interessante pelas suas componentes de ciência e poesia e pela memória de um homem, que sendo em si muito desprendido era uma figura imensa na sua humanidade. Talvez os alunos associem no futuro Rómulo de Carvalho e António Gedeão a esta sessão e às ideias discutidas. É uma esperança agradável de se ter.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Rómulo de Carvalho

“[Este modesta apresentação é para si, meu amigo]”, poderia ser uma forma de começar esta biografia, no modo como Rómulo de Carvalho / António Gedeão tantas vezes fez nas suas obras. Rómulo de Carvalho foi professor, pedagogo, cientista, poeta, divulgador de ciência, investigador, historiador, um homem de grande valor cívico. Rómulo de Carvalho nasceu em Lisboa, a 24 de novembro de 1906 e desde cedo revelou-se uma criança precoce. 

Cultivou as Letras e as Ciências e nos dois domínios deu-nos grandes contributos para melhor conhecermos o Universo, a sua composição e também, o Homem. A sua obra divide-se entre a divulgação científica onde publicou inúmeros títulos como A História dos Balões, História do Átomo, História da Fotografia, A Ciência Experimental em Portugal no século XVIII, ou ainda no domínio da História, Relações entre Portugal e a Rússia no século XVIII ou As origens de Portugal

Rómulo de Carvalho possuía uma curiosidade natural por conhecer, por estudar, por divulgar o que aprendia. Em 1956 fez nascer o poeta que em si vivia, com o olhar que via o mundo e os outros, sempre com a preocupação de nos dar uma linguagem simples e envolvente. António Gedeão foi o pseudónimo que faria nascer obras como Movimento Perpétuo, Teatro do Mundo, Máquina de Fogo ou Poemas Póstumos. Rómulo de Carvalho tinha a humildade dos mestres, dos que nos conduzem para que também nós realizemos essa viagem de questionamento perpétuo.
 

Dia nacional da cultura científica - 24.11.16 -